Para ser honesta já perdi a conta da quantidade de vezes que já abri o Word para escrever algo desde esse dia. Porém, há medida que as palavras vão desfilando no ecrã, eu abano a cabeça, guio o rato até ao [X] no canto superior direito e clico nele. Depois, contra o meu instinto, clico no botão de NÃO em resposta à mensagem “Deseja guardar as alterações a Documento 1?”. Não, não quero guardar as alterações. Porque guardar estas alterações era como concordar em continuar um texto onde te vou ferir. E já não o quero fazer mais. Estou farta de andarmos neste jogo, como já te disse.
Porém não estou a pedir que acabemos com o jogo. Apenas que redesenhemos regras novas. Mas quando um não quer, dois não brincam, como me disse uma pessoa de que gosto muito. E se tu não queres, se me julgas desaparecida para sempre, eu deixo. As minhas energias para te amar enquanto Set, Nash, Kiko, Francisco ou Taiki estão-se a esgotar. E não serão alimentadas em breve ao que parece, já que fui amada apenas enquanto Kizna.
Este não só é o último texto que dedico a este tema, como o último do blog. Ele viu muitas coisas e preciso de sair daqui. Vou-me mudar para outras paragens e ser a M-A-R-I-N-A sem problemas e sem me preocupar (demais) com quem me prefere transformar apenas numa boa recordação.
És meu amigo, sempre serás. Amo-te em tantas acessões quanto a palavra possa ter. Infelizmente parece que isso não foi o suficiente.
Marina
