Bem, achei por bem adicionar aqui uma coisinha a falar do blog já que parece que andam a haver alguns mal-entendidos. Primeiro que tudo, nem todos os textos que publico no blog são auto biográficos. Nem em todos as emoções de que falo são as minhas.
Os textos em que realmente há realidade são os da "saga das sapatilhas", onde momentos, sentimentos ou vários momentos do que ando/andei a passar são compilados.
As poesias também compartilham esta característica, mas muitos dos textos criativos são apenas isso, textos criativos.

Por isso, obrigada pela preocupação, mas está tudo bem... Ou pelo menos vou fazer de tudo para isso =)

Do ya think I'm:

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Vai ser como se eu nunca tivesse existido...

Para ser honesta já perdi a conta da quantidade de vezes que já abri o Word para escrever algo desde esse dia. Porém, há medida que as palavras vão desfilando no ecrã, eu abano a cabeça, guio o rato até ao [X] no canto superior direito e clico nele. Depois, contra o meu instinto, clico no botão de NÃO em resposta à mensagem “Deseja guardar as alterações a Documento 1?”. Não, não quero guardar as alterações. Porque guardar estas alterações era como concordar em continuar um texto onde te vou ferir. E já não o quero fazer mais. Estou farta de andarmos neste jogo, como já te disse.

Porém não estou a pedir que acabemos com o jogo. Apenas que redesenhemos regras novas. Mas quando um não quer, dois não brincam, como me disse uma pessoa de que gosto muito. E se tu não queres, se me julgas desaparecida para sempre, eu deixo. As minhas energias para te amar enquanto Set, Nash, Kiko, Francisco ou Taiki estão-se a esgotar. E não serão alimentadas em breve ao que parece, já que fui amada apenas enquanto Kizna.

Este não só é o último texto que dedico a este tema, como o último do blog. Ele viu muitas coisas e preciso de sair daqui. Vou-me mudar para outras paragens e ser a M-A-R-I-N-A sem problemas e sem me preocupar (demais) com quem me prefere transformar apenas numa boa recordação.

És meu amigo, sempre serás. Amo-te em tantas acessões quanto a palavra possa ter. Infelizmente parece que isso não foi o suficiente.


Marina