Ela olhou para ele, sabendo que um dia o amara. Havia aquele sentimento antigo que apenas se podia sentir por um antigo amante, por alguém que já a tinha segurado nos seus braços e murmurado: “Eu amo-te”. Porém vinte anos se tinham passado e, mesmo para Christine, uma vampira, o amor não aguentara tanto. Sentindo-se abandonada rendera-se a outro homem, outro que não a abandonara e a segurava entre os braços, jurava que a amava e não a deixava.
Ele soube. Depois do amor por que tinham passado ele percebia pela maneira que ela o fitava, pela reacção dela quando observara o seu rosto, em busca de algo que ficara no passado. Estranhamente, não doeu tanto quanto ele pensara e conseguiu articular um sorriso, perguntando-se quem a amava no momento. Quem a chamava de sua, quem a segurava entre braços, tal como ele fizera, e lhe roubara o amor que ela lhe tinha. Armand sabia que devia chorar, mas perdê-la talvez fosse mais fácil que a recuperar.
Ela percebeu que ele não estava a sofrer. E então doeu. Não teria ele a amado o suficiente para, agora que regressava, sentir pesar por ela já não o amar? Talvez nunca a tivesse amado realmente, nunca tivesse sentido aquele amor que a ela tanto custara enterrar. Christine sentiu que devia chorar, mas agora que ele estava feliz não o queria a sofrer.
Ele viu que havia algo de errado com ela. Aquele rosto perfeito traíra uma emoção mais profunda do que ela queria mostrar, mas forçou-se a parecer feliz, e esboçar mais um sorriso. Quando ela retribuiu soube que não devia ter voltado, devia ter enterrado o amor que lhe queimava o peito, mas que não doía tanto quanto devia. Se ela estava feliz de que valia a fazer sofrer?
E com o amor e a dor nos seus corações parados, os amantes disseram adeus e separaram-se para sempre.
Ele soube. Depois do amor por que tinham passado ele percebia pela maneira que ela o fitava, pela reacção dela quando observara o seu rosto, em busca de algo que ficara no passado. Estranhamente, não doeu tanto quanto ele pensara e conseguiu articular um sorriso, perguntando-se quem a amava no momento. Quem a chamava de sua, quem a segurava entre braços, tal como ele fizera, e lhe roubara o amor que ela lhe tinha. Armand sabia que devia chorar, mas perdê-la talvez fosse mais fácil que a recuperar.
Ela percebeu que ele não estava a sofrer. E então doeu. Não teria ele a amado o suficiente para, agora que regressava, sentir pesar por ela já não o amar? Talvez nunca a tivesse amado realmente, nunca tivesse sentido aquele amor que a ela tanto custara enterrar. Christine sentiu que devia chorar, mas agora que ele estava feliz não o queria a sofrer.
Ele viu que havia algo de errado com ela. Aquele rosto perfeito traíra uma emoção mais profunda do que ela queria mostrar, mas forçou-se a parecer feliz, e esboçar mais um sorriso. Quando ela retribuiu soube que não devia ter voltado, devia ter enterrado o amor que lhe queimava o peito, mas que não doía tanto quanto devia. Se ela estava feliz de que valia a fazer sofrer?
E com o amor e a dor nos seus corações parados, os amantes disseram adeus e separaram-se para sempre.
O título "E se..." deve-se a este texto ter sido exactamente isso, uma situação "e se..." de um... texto (livro, acho que já se pode chamar apesar de ainda não estar publicado - nem em vias disso) que escrevi com um amigo, o mesmo amigo do texto das All Star. E, já que o blog dele parece ter morrido entretanto, deixo aqui o link para o deviantArt dele.
Já agora, com as férias o blog é capaz de sofrer algumas alterações, já que vou ter net em casa e por isso muito mais tempo para brincar com isto... ih ih!!

OOOHHH!!...k krida k ela é em pôr o link do meu dA!!! s bem k o dA ta a ir plo mesmo caminho do blog...o caminho do eskecimento...tenho k ver s desenho alguma coisa d jeito para meter la!...
ResponderEliminare sim...novamente eu sou o amigo! e ex namorado! (n k vcs precisassem de saber mas pronto...xD)
kt a minha resposta no poll..bem...eu n uso internet da escola mas s tu dizes k sucka eu acredito!..lol..
OMG! AQUILO È UMA POLL? DE CERTEZA QUE NÂO È PARA DESCOBRIR AS DIFERENÇAS? È QUE EU SEI! A DIFERENÇA È QUE a internet da escola não sucka -.-
ResponderEliminarsucka sim senhor, deixa de ser do contra!
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